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30 de abril de 2020

O dia em que a mata ardeu...Diálogo da Sofia

"Quando a família Bisnau se preparava para levantar voo o passarinho confrontou-os dizendo:     
      - Vocês têm noção do que fizeram?   
Mostrando indiferença o pai Bisnau diz:  
       - Não, nem queremos saber.  
       - Além de terem poluído toda a mata, ainda a incendiaram.  (Responde o passarinho já a perder a paciência).  
        - Apenas nos viemos divertir!   
Indignado, diz o passarinho:    
        - Já pensaram nos animais que aqui vivem e que vão ser obrigados a abandonar as suas casas, porque infelizmente as árvores e as flores não podem levantar raízes e voar, vão arder juntamente com a mata.  
Mostrando algum arrependimento, diz o pai Bisnau:  
        -Pedimos desculpa pelo nosso comportamento.   
E virando-se para o passarinho gritam juntos:  
        - Lixo para o chão não! 
        - Que acabe a poluição! 
       - Aprendemos a nossa lição! "
Trabalho da Sofia, 4.ºD 

O dia em que a mata ardeu...Diálogo do Dinis

Tom: Olá, kevin!
kevin: Olá,Tom! Eu quero falar contigo sobre um conto do escritor conhecido como José Fanha, que nos quer transmitir uma mensagem.
Tom: Ok, e qual é essa mensagem?
Kevin: A mensagem que o autor nos quer transmitir é para preservarmos o nosso planeta. O título do livro é "O dia em que a mata ardeu".
Tom: Estou curioso, kevin.
Kevin: O autor descreve que a natureza não tem dono, é de toda a gente.
Tom: Concordo!
Kevin: Ele descreve a floresta como tendo vários tipos de árvores, como por exemplo, pinheiros, bravos, mansos, carvalhos, etc...
Ele também refere que tinha vários amigos animais.
E estava a correr tudo bem, até aparecer uns pássaros cruéis chamados Bisnaus, que causaram um incêndio, que transformou as plantas em carvão; mas, felizmente, os seus amigos animais fugiram a tempo das mil chamas no chão.
Pois foi Tom, mas um passarinho pequenino viu que a árvore em que costumava fazer o seu ninho estava a arder e chamou os bombeiros. Ele não falava a língua dos homens mas o seu canto aflitivo chamou a atenção deles que correram em direção à mata e apagaram aquilo em 5 segundos.
Tom: Depois do fogo estar apagado os animais voltaram para o seu habitat natural, não foi Kevin?
  Kevin: Sim foi, e acabou tudo como anteriormente. O mais importante é não esquecer a mensagem para preservarmos o nosso planeta!!

Texto do Dinis, 4.ºD


O dia em que a mata ardeu...Acróstico do Miguel

O dia em que a mata ardeu

Dono, aquela mata não tinha
Ia a família Bisnau
A pensar fazer um piquenique

Entretanto o pai Bisnau deixou cair um cigarro
Mas ele não estava apagado

Que tragédia!
Um passarinho apercebeu-se
E os bombeiros foi chamar

A caminho lembrou-se que não falava com humanos

Mal chegou viu os bombeiros
Após algum tempo eles conseguiram
Tinham percebido
A voar o passarinho chegou

A mata continuava a arder
Rapidamente os bombeiros chegaram
Deitaram água
E o fogo apagaram
Um pequeno passarinho foi o herói!
Texto do Miguel, 4º D

O dia em que a mata ardeu...Diálogo da Maria Inês

"O bombeiro Matias e o bombeiro Bernardo estavam no quartel dos bombeiros sentados numa cadeira, quase a dormir um para cada lado. Quando de repente, entra quartel adentro, todo esbaforido, num canto muito aflitivo, um belo pássaro. Bernardo e Matias, com o susto, dão um salto da cadeira e caem no chão.    
- Piu, piu, piu ­- canta o passarinho, muito aflito.
- Bernardo!
- Diz Matias.
- O que é que o pássaro nos está a querer dizer?
- Não sei!
- Vamos segui-lo...
Entraram muito depressa no carro dos bombeiros e começaram a segui-lo, muito rápido. No carro o Matias disse:
- Será que é a nossa mata que está a arder?
Muito triste, respondeu o Bernardo:
- Eu, também tive o mesmo pensamento.
Quando lá chegaram viram a mata arder e muito aflitos, puseram mãos ao trabalho:
- Vamos lá! Pega nas mangueiras.
As pessoas perguntaram umas às outras quem fez esta maldade.
Todos tristes, pessoas e animais, fugiram pensando que estava tudo perdido, que nunca mais podiam ali viver…
Com muito custo os bombeiros lá conseguiram combater as chamas…  
- Matias, acho que fizemos um bom trabalho, não achas?     
- Sim, felizmente para o bem de todos.
A Natureza é o nosso bem mais precioso! Devemos todos ter muito respeito, desta vez correu bem, mas um dia pode ser tarde de mais…  
Trabalho da Maria Inês, 4.ºD

O dia em que a mata ardeu...Acróstico do Diogo

O autor do texto adorava a sua mata

Dava tudo por ela.
Iguanas,
Aves

Trabalho do Diogo, 4.ºD
Entre outros animais.
Mas de repente...

Quiseram fazer um piquenique
Uma família de pássaros
Extravagantes.

Amor eles não tinham,

Mas maldade sim!
Agora que eles
Tinham chegado
Aquela mata estava em perigo.

A mata ardia
Rodeada de lixo.
Depois chegaram os bombeiros,
E o fogo apagaram.
Um grande susto levaram!

O dia em que a mata ardeu, de José Fanha

Hoje na "Hora da Leitura" promovida pelo projeto #EstudaEmCasa foi apresentada a obra de José Fanha. Se ainda não conheciam este livro sobre a defesa do ambiente vão ver que vale a pena o ler...



No final da leitura e para complementar a compreensão do livro foi proposto aos alunos que redigissem um texto, diálogo ou acróstico, sobre a história em estudo.

Boas Leituras!

27 de abril de 2020

O 25 de abril contado por uma Criança

"Vou-vos contar uma pequena história, não vivida por mim, mas por muitos dos portugueses.
Há muitos e muitos anos atrás, num pequeno país chamado Portugal não havia liberdade.
As pessoas viviam tristes e revoltadas, ninguém era feliz naquele lugar.
Não havia alegria, era um país cinzento e triste, onde ninguém podia expressar a sua opinião. E, tu, já te imaginaste a viver assim? Sem poder ir à escola em conjunto com os rapazes, a viveres ameaçado pelo medo e pela censura?
Mas nesta história havia apenas uma única personagem a quem todos temiam, o chefe de Estado, Salazar. Uma pessoa muito má que todos odiavam.
Cansados de tanta ditadura, as pessoas revoltaram-se, estavam cansadas, queriam ir à procura da sua liberdade. Juntaram-se aos soldados e, ao som da música, que se ouvia na rádio, deu-se então uma grande revolta: “O 25 de abril de 1974, a Revolução dos Cravos” que até hoje mudou o nosso país. 
Houve um grito de liberdade!!

Agora sim, somos livres! Somos como a gaivota da música…Somos livres de voar!"

Margarida, 4.ºD